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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Consultor para a Restauração

- Restaurante -

A situação no restaurante melhorou, mas não o suficiente.

Vamos mais uma vez imitar os grandes: Contratar um consultor :-))

Já está um em vista, parece saber muito de cozinha e alguma coisa de gestão, tem curriculum…

Ainda não são conhecidos os preços. Ainda não pensámos o ‘formato’

PS: A Foto não tem nada a ver

PPS: Tirada com o Nokia

PPPS: Uma sharpei jovem e esquisita. Chama-se ‘Lorena’

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Gerir as compras

- Restaurante -

Ultrapassámos várias batalhas no Restaurante.
Uma das francamente complicadas (pasme-se) foi o registo detalhado das compras
Cronologicamente:

  1. Começámos por ter facturação. Mas compras alucinantes.
  2. Conseguimos ter um registo detalhado das compras (batalha e esforço hercúleo!)
  3. Conseguimos ver que muito se compra para vender sem margem
  4. Bloqueámos ao tentar reduzir aqueles custos
  5. Imitámos as grandes empresas: Um terceiro (o Castro contabilista) aprova as compras que o gerente quer fazer, *antes* dele as fazer. Isto é, diz-lhe ‘só se pode gastar X’. Para isso, definimos um orçamento com base na facturação de 3 meses de vida. Aprovação de compras para compras de tostão (!!)

Tem sido uma lição

  • Como não desistir (apeteceu varias vezes, valeu a teimosia do Leandro)
  • Como relembrar vezes sem fim o que é elementar

Neste momento ainda estamos com resultado negativo, mas pouco. As 300 ideias continuam na gaveta à espera de capacidade (do grupo) para as concretizar

Este mês é crucial para decidir o futuro. As grandes decisões do plano vão ser tomadas em janeiro


PS: A Foto não tem nada a ver
PPS: Foto tirada com o telemóvel
PPPS: Um Galgo em São Paulo, Jardins

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ele há restaurantes na Net

- Restaurante -

Pois é: Ele há restaurantes na Net

Seguindo um impulso de um dos parceiros, criámos tudo o que se pode criar na net:

  • Um Twitter
  • Um Site
  • Um blog no Blogspot
  • Um book no Facebook
  • 3 Mailling lists, para outros tantos tipos de conteúdos que iremos divilgar

É verdade que é o conteúdo que traz contactos e acesso. E não o número de sítios na Net. Vamos a ver como alimentamos tanto conteúdo.
Um dia teremos um questionário de “onde nos conheceu”
Depois trarei as conclusões

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Para que serve o Mapa de Tesouraria

- Empreendorismo, Restaurante -
Foi necessário sensibilizar os nossos parceiros do Restaurante para a importância dos registos de Tesouraria.
O mail originou um artigo no www.principiantes.eu, que aqui se repete

Objectivos

O Mapa de tesouraria precisa de ser legível. Qualquer que seja a tecnologia (Excel ou ERP) o mapa de tesouraria deve permitir
  • Conseguir comparar diferentes períodos, ex, este mês com o mês passado
  • Conseguir agrupar vários grupos (ex comparar custos-de-alimentação vs bebidas vs receitas)
  • Mostrar o que vai acontecer daqui a 1 semana ou daqui a um mês.
  • Deixar registo histórico para análise

Actualização

O Mapa de tesouraria não serve para nada se não estiver sempre actualizado.
  • Se não for assim, não tem qualidade
  • Depende do número de movimentos diários, mas provavelmente 15 minutos diários serão suficientes

Utilização

Com o mapa de tesouraria actualizado, conseguirá
  • Planear pagamentos (e ajustá-los às disponibilidades)
  • Saber com o que pode contar, ajustando na medida do possível os recebimentos
  • Saber de forma expedita onde gasta e recebe o dinheiro
Este post foi originalmente escrito em www.principiantes.eu, Mapa de tesouraria

sábado, 19 de setembro de 2009

Primeiro dia a facturar

- Restaurante -
Hoje abrimos pela 2ª vez para publico restrito.
Desta vez já com a máquina registadora a funcionar. Facturámos 500€ :-)
Foi uma experiência, mas a ideia de ver negócio a entrar é mesmo boa
2ª feira já será a sério

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O Stress de abertura

- Restaurante -
Os últimos dias antes da abertura aparentemente estão a ser verdadeiramente stressantes …
Aparentemente porque pela minha parte estou à distância, como estava previsto.
Detergente homologado, máquina das cervejas atrasada, senhora das maioneses a telefonar, advogado novo, contratos que ninguém leu, tv satélite ‘à pressão’ para os jogos de 4ª feira, instalação dos LCDs, ensaio de alguns pratos para colocar à prova os cozinheiros, fuga de gás, gordura como ninguém pensou, na velha (nova) cozinha, loiças novas, limpeza da esplanada, …, …
Diria que devíamos começar “bem”, nem que isso significasse abrir 1 semana mais tarde. Mas não vou interferir. Afinal não estou lá a suar (ou a baralhar e a transpirar com a minha baralhação)
:-)
Há que admitir uma ideia fantástica que vamos colocar em prática: os 2 primeiros dias não facturamos nada, funcionamos de graça. A entrada não é para todo o público, apenas para alguns ‘opinnion makers’ das empresas ali ao lado.
Assim, aceitarão algum ‘menos profissionalismo’, farão sugestões para melhorar e voltarão uns dias depois para ver como vamos.

Small Openning: 4ª Feira, amanhã já contamos servir jantares a amigos
Medium Openning: 5ª Feira, para os 'fazedores de opinião'
Grand Openning: 2ª Feira , 2009-09-21


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Modelo de gestão à distância

- Restaurante -
O negócio de restaurante irá funcionar connosco à distância. Apenas vamos aparecer 1 vez por mês, num ou 2 dias consecutivos. O resto será por mail e telefone.
Toda a gente avisa: negócio de Restaurante, ou com o dono à frente, ou para ser roubado.

Em resumo:
  • Investimento 40K no início mais 45K um ano depois (equipamentos, alvarás, carro, etc para tudo o que é inicial)
  • Colaboradores: 4 + 1 (o elemento forte)
  • A expectativa é recuperarmos os 95K ao fim de 2 anos
  • Taxa fantástica ...
Eis o que pensamos fazer para acompanhar e conter as 'perdas e desvios':
  • 1- Palm's de mão para os empregados registarem os pedidos de cliente
  • 2- Software de gestão de stocks
  • 2.1- As saídas são lançadas pelos pedidos "nas Palm's"
  • 2.2- As entradas serão lançadas manualmente com cada compra
  • 2.3- Apenas alguns produtos serão controlados
  • 2.4- O software terá que dizer:
  • 2.4.1- Normalmente uma garrafa de wiskey dá 10 doses e esta só deu 5 ou
  • 2.4.2- Normalmente 5Kg de picanha dão 25 doses e esta só deu 5
  • 3- Folha de tesouraria actualizada. Usamos um modelo Excel simplicíssimo de manter e milagroso para me dizer se posso comprar (e pagar) no dia X
  • 4- Demonstração de resultados e balanço compilados mês-a-mês relativo ao mês anterior
  • 5- Nem um tostão manipulado fora do sistema de informação e contabilidade. Teremos o prémio do restaurante que paga mais impostos
  • 6- Talvez uma componente de salário variável para *todos*, com base no que está lançado no sistema de informação.
Há alguns problemas sérios, ainda sem solução. Ficará para outro post.

Esta informação foi escrita para o Portal Gestão, na sequência do post 'Para que serve o Objecto Social'

terça-feira, 21 de julho de 2009

Empresa na hora

- Restaurante -
A empresa está criada.
O serviço de empresa-na-hora é fantástico:
  • Temos duas minutas possíveis para o pacto social. Qualquer delas qb para o início.
  • Na versão mais rápida, temos uma lista de nomes para escolher (alguns infelizes, outros sofríveis é certo)
  • O custo é indexado ao capital social.
  • Num centro de formalidades pequeno (existem muitos), o atendimento é simpatiquissimo, a 'notária' um doce, tudo ficou pronto antes do almoço
  • Falta depositar o capital social (5 dias úteis) e fazer a declaração de início de actividade (pelo TOC).
Está tudo explicado no site da empresanahora.pt

Proximo passo: Contrato de compra do recheio e aluguer do espaço (já escolhido, já com 80% do recheio lá dentro).
Marcado para amanhã.


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Para que serve o Objecto Social

- Restaurante -
[Post actualizado]

Amanhã vamos à 'empresa na hora', criar a empresa para o Restaurante.
Vamos ter que escolher o objecto social.
Exploração de Restaurantes e Snack-bar, Katering, ...

A que propósito precisamos de um objecto social e porque temos que ficar restringidos a ele?
Porque não pode uma empresa de restauração vender bicicletas ou pintar paredes?
Para proteger o cliente não é decerto. Quem compra escolhe quem faça bem e barato. E porque não haviam as paredes pintadas por esta empresa ser das melhores?

Efectivamente não percebo a razão de ser do Objecto Social.
Para fins fiscais também não é decerto.
----
Actualização:
Não é para estatística: para isso serve a CAE, escolhida pelos donos, na constituição da empresa.
Não é para limitar a iniciativa: Pode ser alterado ou acrescentado em qualquer altura (tem custos)
O legislador quis tornar público o que a empresa faz. Por oposição à legislação anterior, onde bastava dizer 'comércio e indústria'. E isso efectivamente não diz nada.


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Muitos interlocotores para tratar à distância

- Restaurante -
O processo do restaurante tem forçosamente que andar depressa
O vendedor do trespasse tem outra oferta e diz 'fechamos o assunto amanhã ou terei que fazer uma contra-proposta ao outro interessado'
E os interlocotores são muitos para poder tratar á distância
  • Vendedor do trespasse
  • Senhorio do espaço
  • Advogado deles
  • Nosso advogado, conhecido do Joaquim (*)
  • O Joaquim e o Leandro
  • Nosso advogado habitual
Tratar este assunto a correr, com mail's faxes e telefones tudo entremeado não simplifica.
E a pressa é má conselheira

O que queremos conseguir:
  • Fechar até 6ª feira os contratos
  • Criar a empresa na 2ª feira (só nessa altura estaremos em Lisboa, neste momento temos um fuso horário com 4 horas de diferença)
  • Assinar os contratos na 3ª feira
(*) Aprendemos em tempos: Quem tem um advogado tem um advogado. Quem tem dois advogados tem meio advogado. Quem tem três advogados não tem advogado nenhum

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Contrato a tomar forma

- Restaurante -
As coisas no restaurante estão a tomar forma.
O pagamento de 45% do trespasse no início e os restantes 55% no fim passou.
estamos neste momento a afinar contratos

É agora necessário redigir um 'acordo para-social', que proteja o Leandro e o Joaquim já que eles 'são sócios sem aparecer'. Qualquer coisa que diga que se o negócio der fortunas, uma parte é deles.

Veio à baila como se controla um restaurante, trabalhando por mail :-)
Para já, vamos usar os terminais que permitem ao garçon ouvir o pedido e ele ser imediatamente impresso na cozinha.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Negócio de Restaurante

- Restaurante -
O Leandro propôs-nos entrarmos num restaurante.
A ideia já está bastante evoluída:
  • Espaço já quase totalmente equipado existe, pedem trespasse
  • Clientes existem, uma grande empresa (300 pessoas) vai abrir mesmo ao lado e não tem oferta
  • Alguém para acompanhar dia-a-dia existe: O Joaquim, que não só está disponível como precisa de emprego.
A ideia em cima da mesa é neste momento a seguinte:
  • Negociar para que parte do trespasse seja pago agora e restante daqui a 1 ano
  • Conseguir a opção de não pagar o resto do trespasse se quisermos largar o negócio passado esse ano. Se a opção for inversa, manter a possibilidade de vender (a outrem) o trespasse
  • Contar com o Joaquim como sócio, sendo que não tem dinheiro. Trabalha e os seus primeiros resultados serão para pagar a sua quota-parte de investimento.
Temos um receio: Conhecemos mal o Joaquim. Toda a gente diz que num negócio de restaurante parte das receitas fica para os colaboradores sem nunca ser registada ou controlada.

Temos dois pontos obscuros: O Joaquim tem uma empresa em insolvência, não pode ter nada em nome dele. O Leandro tem outros negócios, faz questão de não ter o seu nome associado a restaurantes