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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Homologação e problemas

- Helicóptero -

A homologação saiu já há uns dias
Agora os problemas são

  • A homologação reduziu os lugares a 9 (apesar de haver lugar para 16 passageiros). Se fossem pelo menos 10 lugares não pagaria imposto. Como são 9, paga (elevadíssimo)
  • O Alvará da empresa é para transporte de passageiros em veículos pesados com mais de 9 lugares. Este passou “a não ter”
  • O Alvará de transportadora foi passado à empresa, a homologação é em meu nome. Ao que parece, independentemente de ser para aquele veículo específico, o titular conta
  • O Alvará diz “transporte em veículos de mais de 9 lugares”. E agora os lugares do veículo *passaram* a 9.
  • A situação na alfandega está confusa (e não é próprio detalhar aqui)

A seguir: IMTT (quem dera conhecer alguém); Decreto lei do imposto automóvel e transportadoras; Alfândega

PS: A Foto não tem nada a ver

PPS: Tirada com o Nokia

PPPS: Sapatos Barbie, número 38

sábado, 3 de outubro de 2009

Uma excelente notícia de Barcelona

- Helicóptero -

Uma Excelente notícia: A Viatura já está legalizada em Espanha. :-)

O processo (documentos) deve chegar por transportadora expresso no início da próxima semana.

Próximos passos:

  • Começar a tratar da “nova venda” de volta a Portugal
  • Fazer a legalização em Portugal, agora que temos matrícula espanhola

sábado, 19 de setembro de 2009

Temos matrícula de exportação

- Helicóptero –
Já andamos com este processo há muito muito tempo.
Hoje conseguimos autorização para a emissão da matrícula de exportação.
É um passo muito estimulante: Principalmente por ser o primeiro avanço desde à 2 anos. Agora vamos poder vendê-la “a mim”, residente em Espanha.
Ser um avanço deixa-nos a pensar que agora para começar a funcionar é de facto uma contagem decrescente

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Afinal talvez Colombo fosse Espanhol

- Helicóptero -
Já passou algum tempo
Estive em Espanha, Barcelona, para avançar com a residência espanhola.
Agora sou morador em Barcelona, com documentos do consulado e da polícia atestando isso.
A verdade é que fiquei extasiado com a eficiência dos (cinco?) serviços que conheci, 3 dos quais serviços públicos.
Com voo de manhã, às 14 estava tudo tratado. E segundo percebi, também tudo fechava às 14, mais diligências só seriam possíveis no dia seguinte. Tudo o que tem que acontecer acontece até àquela hora. A tarde é para os amigos e família :-)
Aproveitei para fazer algumas perguntas que teremos que confirmar no futuro:
  • Os Impostos são mais baixos
  • Empresa que investe os resultados não precisa de pagar o IRC
  • Não existem plafonds para as despesas que se apresentam ao fisco (como nós limitamos as ajudas de custos)
Quanto à Viatura, regressei a Lisboa com a documentação tratada. A seguir,
  • Vamos retirá-la da alfandega
  • Vamos vendê-la “a mim”, residente em Espanha
  • Conseguir uma chapa de matrícula (que será válida por 60 dias)
  • Voltar a vendê-la à empresa portuguesa
  • Conseguir a chapa de matricula permanente, supostamente pelo facto de já ter tido uma chapa de matricula europeia
Se resulta, fico a pensar: Afinal, com esta eficiência, talvez Colombo fosse Espanhol

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Essa lei é muito antiga

- Helicóptero -
Fizemos chegar ao Mike uma tradução (nossa) para Inglês do decreto-lei que regula o nosso problema.
Comentário do advogado americano: Deve haver algum engano. Essa lei é de 1987

Palavras para quê?

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Legalizar em Espanha

- Helicóptero -
Este processo teve as seguintes evoluções recentes:
  • Conseguimos o estado onde o Lima tem residência (New York)
  • Traduzimos legislação Portuguesa para inglês, para o Mike ter mais dados
  • Passámos-lhe a agenda para a próxima Call, com a ideia de as voltar a fazer regularmente
Entretanto o Luís averiguou como poderíamos fazer a legalização em Espanha.
Não me conformo com a esta ideia: Queremos pagar impostos e fazer as coisas by-the-book, mas está a parecer impossível. Já temos que ponderar outras hipóteses, talvez o estejamos a fazer tarde.

A ideia de Espanha é só por acreditar que a legalização lá não emperra em tecnocracias. A exploração do negócio queremos fazê-la em Portugal, pela simplicidade da língua.

Para este modelo espanhol, precisaríamos de
  • Ter residência lá
  • Legalizar a viatura lá (ter propriedade lá)
  • Alugar a viatura à empresa portuguesa
À primeira vista, irá originar dupla tributação ... A empresa (ou pessoa) em Espanha pagará impostos do aluguer

Próximos passos: Clarificar os cenários para Portugal. As duas vias do Mike ainda estão de pé. 1) A máquina será registada nos EUA (e será em segunda mão em Portugal); ou 2) obtermos documentação técnica de que a legislação portuguesa refere

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Ainda a procurar o Lima

- Helicóptero -
Continuamos sem conseguir contactar o Lima.
É necessário, para estudar como fazer o registo da viatura em nome dele.
E somos 2 a tentar ligar.

Amanhã faremos o que já devíamos ter feito:
Ligar de meia em meia hora para os 4 números de telefone que temos

sábado, 6 de junho de 2009

Onde está o Wally?

- Helicoptero -
Não estamos a conseguir contacto com o Lima.
O Lima é um brasileiro amigo com alguns negócios nos EUA.
Iremos usá-lo para registar a viatura em nome dele lá nos EUA. Depois poderá voltar para nosso nome em Portugal já em 2ª mão - teremos facilidade na homologação.
Mas passados 5 dias, ainda não conseguimos estabelecer contacto com ele. O estado onde tem residência é fundamental para o Mike estudar como se desenrola o processo

Na frente da documentação de origem, encontrámos o DL que regula qual a documentação técnica a fornecer. Quintanilha irá traduzir o documento, conta fazê-lo até 3ª feira.
Estes requisitos em Inglês são necessários para o Mike contactar o fabricante e tentar conseguir essa documentação.
Por seu lado diz-se (net, jornais) que a empresa fabricante vai ser vendida. O seu grupo abriu falência nos EUA (também muito badalado).
São mais contratempos

terça-feira, 2 de junho de 2009

Mike a tratar de nós nos EUA

- Helicóptero -
Hoje falámos uma hora com o Mike, que nos vai suportar nos EUA. Nós aqui, Luís em Portugal, Mike em B. Três fusos horários.
Sem nos conhecermos (foi recomendado pelo Quitanilha), vai suportar-nos a partir dos EUA
Conseguimos definir várias acções. Entre as principais,
  1. O Mike vai estudar como registar o Helicóptero em nome de alguém, para que em Portugal possa passar a ser um ‘segunda mão’. Para isso precisamos de saber em que estado dos EUA o Lima tem residência.
  2. Vamos ver como podemos tirar os documentos originais da alfândega, para os levar aos states. Medo: A alfândega dizer que para isso o veiculo também tem que ir
  3. O Mike vai tentar conseguir do fabricante documentação técnica de origem. Um decreto lei regula a informação técnica a fornecer para homologação em caso de veiculo novo
O custo dos serviços dele ficou acordado, numa base horária.

O cenário de 2ª mão é tão caricato que chega a ser esotérico:
  1. Se o veículo for em 2ª mão, aplica-se uma legislação diferente, teremos veículo autorizado a circular.
  2. Para isso os documentos originais têm que voltar aos EUA.
  3. Estão na alfândega e essa não vai deixar os documentos sair, a menos que a máquina saia também.
  4. A máquina terá que ir aos EUA, ter um dono por umas horas, regressar a Portugal e passar para nosso nome.
Assim já poderá circular.

sábado, 30 de maio de 2009

Marcar Conference call com os EUA

- Helicóptero -
É altura de fazer uma call com o advogado americano. É um amigo do Quintanilha e já fez alguns telefonemas
  • Confirmou que o Helicóptero nunca foi registado
  • Contactou a empresa do Simpson (transformador) e confirmou que eles não tinham feito esse registo
  • Comprou o registo histórico do veiculo (só serviu para mostrar o que já sabiamos, apenas existe um dono)
  • Prepara-se para falar com o fabricante.
Ele está um pouco confuso, temos mesmo que falar no inicio da semana. Queremos
  • Perceber 'os nomes' de títulos e registos nos EUA (e saber de que falamos)
  • Perceber como se desenrolam os processos de propriedade lá (e conseguir acompanhar o que ele fará)
  • Saber se conseguimos registar o Helicóptero como nosso sem o levar lá (e poupar muitos Euros)
  • Acertar preços do trabalho dele (e poder exigir)
Uma call com 3 fusos horários e uma pessoa que não conhecemos, sobre um processo confuso, não deve ser simples.

Próximos passos:
  • Fazer esta call e obter uma ideia clara dos passos que ele irá dar
  • Clarificar com o Direcção Geral de Helicópteros que ao tornar a viatura numa em segunda mão, o processo de homologação e legalização se torna possível (ir a Faro)
É ridículo. Estamos de mãos atadas por um monstro burocrático.
E isto para criar negócio e postos de trabalho. O que seria se não fosse...

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Outro pequeno passo

- Helicoptero -
O Quintanilha apenas ficará nos states mais 15 dias. Não deve dar para fazer o registo que nos colocará com um veiculo em 2ª mão.
Ficou já com indicações para procurar o substituto

terça-feira, 19 de maio de 2009

Simpson e Quintanilha respondem

- Helicoptero -
A documentação técnica vinda do Simpson chegou.
Mas é uma página A4 que não serve para nada, como ele já nos habituou :-(
Lá não estão mesmo nada habituados às burocracias portuguesas

O Quintanilha também respondeu a uma chamada: Queremos fazer lá um registo, para que o Helicoptero passe a ser "em segunda mão"
Esteve a estudar o caso, foi a uma ou duas repartições e já percebeu o processo.

Amanhã teremos reunião com o Luis para definir os proximos passos

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Introdução à história do "helicoptero"

- Helicoptero -
Esta história já se arrasta à muito.
Em associação com o "XIV" e a "Borboleta", comprámos um "helicóptero" para alugar
Pretende ser alugada e rentabilizada de 3 formas:
  • Horas pré-compradas a empresas para uso durante o ano (clientes especiais, CEO's, ...)
  • Parceiros organizadores de eventos, que o revendam nos seus eventos
  • Na net, em massa e barato

Não é um "helicóptero" de origem. Foi transformado para oferecer serviços de luxo.
Está a ser um filme de terror conseguir pô-lo a circular...
Andamos à mais de um ano a trocar papeis e certificados sempre difíceis de conseguir

Os problemas resultam das transformações que fizemos, agora a documentação técnica de origem não se aplica e uma homologação (para ter matricula) parece impossível de conseguir.

Neste momento tentamos mostrar que se trata de um veiculo em segunda mão. Efectivamente foi vendido pelo fabricante ao "Simpson" que o transformou

Onde estamos:
  • A tentar que o "Simpson" (Califórnia) nos faculte prova de que foi o anterior proprietário
  • A tentar que o fabricante nos dê documentação técnica (ele irá dizer que nem pensar, vocês transformaram o veiculo)